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Centro de Pesquisas da GE no Brasil tem primeiro pedido de patente aprovado

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Centro de Pesquisas da GE no Brasil tem primeiro pedido de patente aprovadoVer imagem ampliada
O trabalho de pesquisa e inovação do Centro de Pesquisas Global da GE no Brasil para a indústria bioenergética acaba de dar um importante passo e já ganha reconhecimento nacional. O Instituto Nacional de Propriedade Intelectual (INPI) aprovou o pedido de patente da GE para uma solução que visa otimizar a produção do etanol celulósico – o chamado etanol de segunda geração. Ao longo de dois anos, os pesquisadores do Centro brasileiro da GE, em parceria com a matriz do Centro em Niskayuna, no estado norte-americano de Nova York, estudaram processos e melhorias que irão proporcionar maior eficiência e economia à indústria, bem como reduzir o impacto ambiental causado pela produção do biocombustível. O pedido de patente verde depositado pelo Centro brasileiro foi analisado no tempo recorde de 18 meses, contra os cerca de 8 anos do backlog atual do INPI.
 
“Essa conquista é fruto da primeira requisição de patente sustentável feita pela GE no Brasil. Dentro das condições oferecidas pelo País, o nosso Centro de Pesquisas busca desenvolver tecnologias com foco nos desafios do mercado nacional e trabalha para depositar pedidos de patente localmente. Essa nova solução poderá ser aplicada também em outros países, de acordo com necessidades e realidades específicas, o que tornará o Brasil exportador de inovação”, destaca Suzana Domingues, líder da área de Sistemas de Bioenergia do Centro de Pesquisas Global da GE no Brasil.
 
A patente verde nacional visa recuperar e reaproveitar recursos utilizados na produção do etanol celulósico, o que proporcionará um processo mais competitivo em termos de custo. Atualmente as enzimas essenciais para a eficiência da etapa de hidrólise, que dá acesso aos açúcares para a etapa seguinte de fermentação,  correspondem a 40% dos gastos operacionais e são descartadas após o  uso. O método proposto pela GE permitirá que a indústria recupere mais de 25%* do total de enzimas usadas no processo. Além disso, a implementação da tecnologia da GE possibilitará uma redução no volume gerado de vinhaça, a partir do reaproveitamento parcial da água utilizada.
 
*Estimativas feitas para uma planta industrial de etanol celulósico de tamanho convencional, com uma capacidade de produzir 70 milhões de litros de etanol por ano, e que terá um consumo aproximado de enzimas equivalente a US$ 10 milhões por ano.
 
Inovação local
 
Inaugurada em novembro de 2014, a unidade brasileira do Centro de Pesquisas da GE já conta com outros dez pedidos de patente depositados. “A GE entende que a propriedade intelectual é fundamental para estimular a inovação e apoia iniciativas que ajudam a melhorar cada vez mais a eficácia dessa proteção, o que inclui a redução do prazo para o registro de patentes”, afirma Ken Herd, líder do Centro de Pesquisas Global da GE no Brasil. O executivo acrescenta que a companhia avalia as melhores formas de proteção à propriedade intelectual nacionais. A ideia é atender a demanda local e usar as tecnologias da GE para apoiar o desenvolvimento do País e de toda a região em diversos setores estratégicos.
 



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